domingo, 28 de fevereiro de 2016

ESCOLA MUNICIPAL SEBASTIÃO COSME DE ASSUNÇÃO.
JORNADA PEDAGÓGICA - 2016


A Jornada Pedagógica é um momento impar para que professores, gestor, equipe pedagógica e servidores da escola, possam repensar suas práticas, trocar experiências e construir conhecimentos coletivos, vem se debruçarem sobre seus resultados, permitindo rever metas que foram definidas anteriormente, refletir sobre o caminho percorrido e avaliar os resultados alcançados. É hora de repensar atitudes que não deram resultados e redefinir novas estratégias para o processo ensino e aprendizagem.
Desejamos a todos uma ótima Jornada e sucesso no ano letivo que se inicia. Começar com o pé direito o ano escolar é uma possibilidade que  pode garantir ótimos resultados ao longo do ano.
Os primeiros dias na escola geram expectativas, ansiedade, insegurança, angústias, medos e dúvidas em pais, crianças, professores e funcionários. Considerando esse momento muito importante é fundamental desenvolver um trabalho que facilite a transição do ambiente familiar ao escolar, pensando e planejando atividades que garantam uma inserção gradativa, envolvendo todos em um ambiente afetivo e acolhedor.
                                                                                                              Equipe Gestora.

 “Não há problema em recomeçar sonhando, desde que depois você tenha o momento da realidade.”

Celso dos Santos Vasconcelos

AVISO

Convidamos todos os pais de alunos ou responsáveis para uma importante roda de conversa entre as famílias e os profissionais de educação que será realizada nesta segunda-feira dia 29 de fevereiro às 14 horas na E. M. Sebastião Cosme de Assunção. Lembramos que  à presença de todos é de suma importância.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO

A Sala Ambiente Oficinas Tecnológicas orientada pela professora Dênia. Orientou-nos a construir um blog contemplando as atividades que foram produzidas nas salas Políticas e Gestão em Educação, Projeto Vivencial, Planejamento e Práticas em Gestão Escolar do curso de Especialização em Gestão Escolar, levando em conta as reflexões sobre os textos disponibilizados na biblioteca. E ainda contemplasse as ações desenvolvidas em nossa escola.


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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: Planejamento e Práticas da Gestão Escolar
PROFESSORA: Katia Maria Pereira
 ALUNOS: Dilma Carla da Costa
                  João Vasco Campelo

ATIVIDADE 2 - OBRIGATÓRIA
UNIDADE II - Avaliação institucional e avaliação da aprendizagem
Sabemos que a avaliação é um tema complexo, no entanto, indispensável e intrínseco ao processo de ensino e aprendizagem.  A forma pela a instituição escolar vai trabalhar a avaliação como um todo é que pode elevar ou não o nível de aprendizagem dos alunos e consequentemente a qualidade da educação oferecida pela instituição.
Na Escola Municipal Sebastião Cosme de Assunção procuramos trabalhar com a avaliação de forma a contemplar todo o processo de ensino e aprendizagem, ou seja, uma avaliação contínua. Como sabemos o modelo tradicional de se trabalhar a avaliação escolar ainda se faz presente em muitos docentes e profissionais da educação, seja pela forma como foram formados ou pelo medo de enfrentar o novo.
Nesse sentido ainda encontramos alguma resistência por parte de alguns docentes. Porém, buscamos através do diálogo mostrar que a avaliação é um processo que não se resume a atribuir uma nota a uma determinada atividade avaliativa.
Buscamos através da revisão do Projeto Político Pedagógico sensibilizar toda comunidade escolar sobre a relevância da avaliação no processo de ensino e aprendizagem e na organização da escola como todo, desde o trabalho do porteiro, passando pelos demais profissionais de educação e por toda comunidade escolar.
Realizar uma auto avaliação da conjuntura que rege a educação, partindo do princípio da gestão democrática, onde cada agente possa fazer a sua auto avaliação bem como de todo o processo inerente a educação.
Avaliar de forma conjunta o desempenho dos alunos, o conteúdo trabalhado se é ou não relevante, o desempenho de cada docente, do pessoal técnico administrativo e da própria gestão, frente aos avanços e dificuldades processo de ensino e aprendizagem, é sem dúvida a forma mais apropriada de buscar novos caminhos para uma avaliação mais justa e com resultados bem mais satisfatórios.
Promover o diálogo entre a comunidade escolar e com a participação da sociedade em geral, levando cada participante a uma reflexão profunda sobre a avaliação no âmbito da educação, com tomadas de decisões bem respaldadas no entendimento dos envolvidos nesse processo, constitui uma possibilidade de elevar o nível de conhecimento dos nossos alunos.
A avaliação como forma de quantificar resultados, ou seja, a avaliação quantitativa não constitui um elemento de contribuição para o processo de ensino e aprendizagem. No entanto, se pensarmos a avaliação visando os aspectos qualitativos do aluno, onde possa haver um feedback dos anseios de cada educando com o que é realmente trabalhado na escola, aí sim, haverá uma articulação e dinamização do trabalho pedagógico produzindo bons resultados, capazes de tornar o aluno protagonista na construção da aprendizagem tornando-a cada vez mais significativa para o mesmo.
Portanto, qualquer instituição de ensino que tenha em seu PPP objetivos de ensino vinculados a avalição institucional encontra-se no caminho da melhoria da qualidade do ensino que reflete não apenas em um melhor aprendizado por parte dos educandos, mas sim uma avaliação que envolve um melhor desempenho de cada membro da comunidade escolar.
Referências bibliográficas

_____. Avaliação Institucional: Elementos para Discussão. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.


_____. Avaliação De Sistema: A Superação da Competição/ Comparação e a sua Utilização para Diagnóstico e Tomada de Decisão. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: Planejamento e Práticas na Gestão Escolar
PROFESSORA: Kátia Pereira
ALUNOS: Dilma Carla da Costa
                João Vasco Campelo


AVALIAÇÃO FINAL – ATIVIDADE OBRIGATÓRIA
PROPOSTA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL



Trabalho apresentado como requisito para obtenção de crédito no curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN.




                                                                  Docente: Katia Pereira



Campo Redondo- RN
2015

                                  
1º- Etapa: Desenvolva uma proposta de avaliação institucional, sob a perspectiva de que essa avaliação se constitui em um dos momentos do processo de planejamento do trabalho escolar no horizonte da gestão democrática.
            Campo Redondo RN, Escola Municipal Sebastião Cosme de Assunção – Ensino Fundamental: Avaliação institucional, tendo como foco uma política educacional de acesso, permanência e sucesso escolar do aluno, objetivando a melhoria da escola como um todo.
INTRODUÇÃO
            Nos dias atuais a sociedade brasileira já reconhece a importância e a necessidade da educação como um dos fatores básicos e primordiais para amenizar os desafios da desigualdade social e da concorrência econômica.
Ao mesmo tempo, para que a escola possa desenvolver o papel que a sociedade espera dela, enfatizam- se o principio da autonomia, o direito da instituição educacional assumir sua própria gestão, com liberdade para criar mecanismos para servir melhor a comunidade que atende. A contra partida da autonomia é a transparência que vem associada à necessidade de um acompanhamento de perto, junto com uma interação integrada de avaliação não só do aprendizado dos alunos, mas também dos professores e da escola como um todo. Somente dessa forma pode-se:
·         Prestar contas à sociedade que, afinal, é quem paga a educação que recebe; e
·         Reavaliar o processo educativo que a escola desenvolve, revelando erros e acertos que serve para redirecionar práticas e reformular as metas e estratégias que devem levar aos objetivos visados.
FUNDAMENTAÇÃO
            A avaliação institucional deve ser entendida como:
·         Um processo contínuo de aperfeiçoamento do ensino;
·         Uma ferramenta para o planejamento e gestão compartilhada da escola; e
·         Um processo sistemático de prestação de contas à sociedade.
·         Conhecer melhor as tarefas pedagógicas e administrativas para direcioná-las a função educacional.

PRÍNCÍPIOS
Exatamente porque a sociedade exige, cada vez mais, transparência e o governo cobra melhoria de desempenho de alunos e professores; é necessário pensar na autoavaliação institucional.
            Tendo em vista a descentralização dos procedimentos e a tomada de decisão colegiada inerente aos princípios da autonomia da escola, uma avaliação constitucional das atividades da escola deve ser desenvolvida algumas etapas são recomendadas para efetivar uma avaliação que espelhe a realidade, indicando caminhos para melhorar a qualidade da educação, tais como:
·         Aceitação ou conscientização da necessidade de avaliação por todos os segmentos envolvidos, dos executores a os beneficiários;
·         Reconhecimento da legitimidade e pertinência dos critérios a serem adotados; e
·         Envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade escolar – interna e externa- na execução e na busca de melhoria do desempenho escolar, tanto administrativo, quanto pedagógico.

OBJETIVO GERAL
·         Rever e revitalizar o projeto político-pedagógico da escola, promovendo a melhoria da qualidade, pertinência e relevância das atividades desenvolvidas nas áreas pedagógicas e administrativas, visando melhorias na qualidade, que venham atendendo as necessidades da equipe escolar.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·         Conhecer melhor como as tarefas pedagógicas e administrativas estão sendo realizadas e articuladas em benefícios da função principal do ensinar;
·         (re) estabelecer compromissos com a sociedade, apontando as diretrizes do projeto político-pedagógico e os fundamentos de um programa sistemático, e participativo de avaliação; e
·         Estudar, propor mudanças das atividades pedagógicas e administrativas, contribuindo para formulação de projeto político-pedagógicos cada vez mais socialmente legitimados e relevantes. 
     
            É imprescindível entender que a avaliação institucional não deve está vinculada a mecanismos de punição ou premiação, e, sim deve ajudar na identificação e na formulação de políticas, metas e ações institucionais que auxiliem no atendimento específico ou dados adicionais para aprimoramento de problemas detectados. Devemos entender também que a avaliação institucional precisa ser legitimada sob a perspectiva técnica do processo que depende da metodologia e de  informações seguras sobre o processo educativo.

ETAPAS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO

1º) Sensibilizar
·         Realizar diversas reuniões e encontros, objetivando sensibilizar todos os segmentos que fazem a escola para as vantagens e desvantagens da avaliação institucional;
·         Convidar especialistas em avaliação institucional para dar início ao processo de sensibilização; e
·         Fornecer textos para a discussão do assunto e aprofundar o conhecimento sobre avaliação institucional.

2º) Diagnosticar
·         É o ponto de partida e necessita da existência de um conjunto comparável de informações que permitam o diagnóstico da situação em estudo. Os dados serão correlacionados de forma a gerar indicadores e inferência para avaliações interna e externa.

3º)  Avaliação interna: Consiste em um momento de reflexão e debate interno da escola sobre suas diversas dimensões, em um processo de auto-avaliação. A perspectiva é que, considerando um conjunto de indicadores e inferências, a escola possa analisar os vários dados, gerando relatórios que reflitam como a escola percebe a se mesmo. Nesta etapa, a participação de todos que fazem a escola é fundamental, como veremos a segui:


A)     Avaliação das séries
·         Condições - corpos docente, discente e técnico-administrativo; infraestrutura; perspectivas utilizadas na definição e organização do currículo; perspectivas do mercado de trabalho e perfil profissional para este nível de escolaridade.
·         Processos - interdisciplinaridade; institucionalização; qualificação do corpo docente e sua adequação as diferentes atividades na série, avaliação da aprendizagem; integração entre os professores da série e da escola com a comunidade.
·         Resultados - capacitação dos alunos concluintes como cidadãos, em termos gerais, e como indivíduos produtivos em atividades exigem o nível de escolaridade; análise comparativa com turmas de mesma série de outras escolas e entre as da mesma escola.

B) Avaliação da disciplina
·      Objetivos da disciplina, plano de ensino, fontes de consultas/ bibliografias por parte dos alunos e dos professores;
·      Procedimentos didáticos, métodos e equipamentos;
·      Instrumento de avaliação, conteúdos das avaliações, atividades práticas; e
·      Condições técnicas: pessoal qualificado e infraestrutura disponível para o desenvolvimento das disciplinas.

C) Avaliação do desempenho docente
·      Desempenho didático pedagógico;
·      Interesse e participação em todas as questões da escola; e
·      Aspectos éticos.

D) Avaliação do aluno
·      O desempenho do aluno expresso pelo seu rendimento escolar e por sua participação nas diversas atividades escolares levando  em consideração os problemas sociais que interferem na aprendizagem escolar, além dos físicos e cognitivos.
         E) Avaliação do pessoal técnico-administrativo
·         O desempenho do pessoal administrativo expresso pela compreensão do valor das atividades de apoio para a concretização do ensino de boa qualidade, pelo cuidado no que diz respeito á documentação escolar, espaço físico e por sua motivação no trabalho.

F) Avaliação da gestão escolar.
·         O desempenho da equipe de gestão escolar expresso pela competência do colegiado em deliberar em conjunto, estar atento aos aspectos administrativos e pedagógicos, e mostrar capacidade e delegando poderes, responsabilidades e tarefas para realizar a integração escola/comunidade para uma gestão democrática.

4º) Avaliação externa
            Espera dos avaliadores externos e das comunidades ligadas à escola, capacidade de discriminação, disponibilidade para o diálogo e sentido de participação. A avaliação tem como papel principal complementar e validar a avaliação interna, tendo como seu ponto de partida o relatório da autoavaliação, onde contempla os mesmos aspectos da avaliação interna, sempre em uma perspectiva complementar e, que tem como foco principal o melhoramento do processo ensino aprendizagem.

REFERÊNCIAS

_____. Avaliação Institucional: A Avaliação da Escola como Instituição. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.


_____. Avaliação: O processo e o Produto. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.


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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR A DISTÂNCIA
           ALUNOS: DILMA CARLA DA COSTA
                           JOÃO VASCO CAMPELO



DIAGNÓSTICO DA ESCOLA


NATAL/RN
FEVEREIRO/2016

DIAGNÓSTICO DA ESCOLA

A Escola Municipal Sebastião Cosme de Assunção fica localizada no Sítio Malhada Vermelha, s/n no município de Campo Redondo/RN, zona rural, CEP 59.230-000, Cel. 084 98814-9710.
A escola foi construída em 1999 (mil novecentos e noventa e nove), na gestão do então prefeito Aluísio Eloy Rodrigues para atender as crianças da Educação Infantil. Após 2003 (dois mil e três) devido ao aumento de número de matrículas a escola passou a funcionar com turmas de 1ª a 5ª série e gradativamente passou a oferecer todo o Ensino Fundamental a partir do ano de 2006.
A gestão escolar é composta pelo diretor João Vasco Campelo e vice-diretora Dilma Carla da Costa, ambos indicados por técnicos da Secretaria Municipal de Educação, desde fevereiro de 20013 (dois mil e treze), pois na Rede Municipal de Ensino do município de Campo Redondo ainda não foi implantado à gestão democrática. No entanto, a gestão é participativa, envolvendo além da equipe gestora da escola os representantes do Conselho Escolar que atua junto ao Conselho da Caixa Escolar e os membros do Conselho Fiscal que acompanha e fiscaliza as ações pedagógicas, administrativas e financeiras realizadas pela instituição.
Atualmente a Escola oferece as seguintes modalidades de ensino: Educação Infantil e Ensino Fundamental completo com duração de 09 (nove) anos, funcionando nos turnos matutino e vespertino, atendendo crianças e adolescentes sem distinção de religião, raça ou classe social.
No ano letivo de 2015 (dois mil e quinze), a matrícula informada no Censo Escolar foi de 142 (cento e quarenta e dois) alunos, sendo 15 (quinze) da Educação Infantil, 63 (sessenta e três) dos anos iniciais do Ensino Fundamental e 64 (sessenta e quatro) dos anos finais do Ensino Fundamental.
             A maioria dos alunos reside na própria comunidade e os demais em comunidades adjacentes, não necessitando assim de transporte escolar para o deslocamento dos mesmos.
As famílias geralmente são de baixa renda, muitas fazem parte dos programas sociais do governo federal. Normalmente os pais desses alunos possuem nível de escolaridade referente ao 1º grau incompleto e raramente possuem 1º e 2º graus completos. Obviamente este é um dos fatores que diminuem a possibilidade do sucesso das crianças, já que não recebe da família o complemento de ensino necessário ao reforço da aprendizagem. Por isso não fugimos de nossa responsabilidade procurando absorver todas as necessidades educacionais que ocasionam algum tipo de distorção de aprendizagem de nossos alunos.
Apesar da maioria dos alunos pertencerem à classe social menos favorecida muitos fazem uso da tecnologia como computadores, smartphones e tabletes, conectados com o mundo através das redes sociais. A Escola dispõe de um laboratório de informática conectado a internet onde os alunos podem realizar as pesquisas solicitadas pelos professores.
A distorção idade/ano, ainda é realidade na nossa escola, devido a quantidade de alunos interessados não serem suficientes para se formar turmas da EJA (Educação de Jovens e Adultos), o que permitiria acelerar a aprendizagem destes alunos.
Através de reuniões ordinárias e extraordinárias a escola mantém um contato e um bom relacionamento com os pais e a comunidade, procurando dar vez e voz nas decisões que priorizem a melhoria da escola visando um melhor desempenho na aprendizagem dos alunos.
Quanto à infraestrutura a escola está passando por uma ampliação e uma pequena reforma possibilitando um espaço adequado para reuniões, palestras e outras atividades pedagógicas, tornando todas as repartições da escola acessível para melhor acomodar nossos alunos com necessidades especiais ou não.
Dispomos de uma sala para Atendimento Educacional Especializado AEE equipado de 02 (dois) computadores de mesa, 01 (um) notebook e 01 (uma) impressora multifuncional, todos conectados a internet, além de alguns hardwares e jogos próprios para pessoas com necessidades especiais.
O Projeto Político Pedagógico da nossa escola construído da década passada sofreu várias alterações para se adequar as mudanças no cenário educacional, no entanto, ainda não é encarado por todos os representantes da comunidade escolar como o documento norteador das ações escolares, sejam elas financeiras pedagógicas ou administrativas, estamos iniciando o processo de reestruturação do PPP e esperamos contemplar ações que contribuam positivamente com a melhoria da qualidade do ensino de nossa instituição e, ao mesmo tempo, conscientizar a todos sobre a importância de desenvolver e acompanhar todas as ações previstas na sua reelaboração.
Na formação continuada temos os professores do 1º ao 3º ano participando do Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), visando que os alunos sejam alfabetizados até os 08 (oito) anos de idade, também é oferecido o curso de formação pela escola que capacita profissionais da educação e da comunidade civil a acompanhar e fiscalizar os programas federais como Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), Programa nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar entre outros.
Apesar de não termos uma gestão democrática pela escolha de seus representantes através de eleições diretas, a gestão é participativa e a escola caminha num processo de construção coletiva, seguindo o Projeto Político Pedagógico da escola, o seu regimento interno, partilhando a gestão com o Conselho Escolar e o Conselho da Caixa Escolar (UEX) que tem representantes de todos os segmentos da comunidade escolar.
Entendemos que o Projeto Político Pedagógico constitui, sem dúvida alguma, um dos elementos fundamentais para o bom andamento da escola, desde que em seu processo de elaboração ou reelaboração seja ouvido todos os representantes da comunidade escolar e da comunidade em geral. Faz-se necessário que aconteçam momentos de discursões e de interação entre todos os segmentos da comunidade, procurando identificar possíveis problemas e apontando possíveis soluções para sanar ou pelos menos amenizar os problemas enfrentados pela escola.
Utilizaremos como suporte teórico os Parâmetros Curriculares Nacionais que constituem um vasto material que auxiliam na proposta de trabalho adotada pela equipe escolar e consequentemente na reelaboração do Projeto Político Pedagógico da escola. Através dos momentos de estudos, sobre a discursão do PPP, buscaremos meios possíveis para a melhoria da qualidade educacional da nossa escola.
É importante destacar que a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) 9.394/96 que rege o sistema educacional brasileiro, aponta para importância da prática de uma gestão democrática em que as ações sejam tomadas pensando nos alunos que é o centro de todo sistema educacional, através de um trabalho coletivo onde cada profissional escolar possa se sentir parte do processo na reelaboração do PPP.
Para revitalização do PPP utilizaremos a metodologia da pesquisa-ação, buscando o envolvimento de todos os membros da comunidade escolar contribuindo significativamente com a reestruturação do PPP da Escola Municipal Sebastião Cosme de Assunção, levando todos a refletir sobre a importância do Projeto Político Pedagógico para a escola.
            Partiremos da pesquisa bibliográfica como suporte para a pesquisa de campo. Também realizaremos reuniões com a comunidade escolar, onde debateremos temas estruturantes do Projeto Político Pedagógico, fortalecendo o vínculo com a comunidade escolar, ao mesmo tempo em que implementaremos nosso PPP.
            A pesquisa-ação partirá de problemas identificados na escola como, por exemplo, evasão e repetência, estabelecendo ações possíveis para que os problemas sejam solucionados.
            O PPP da Escola Municipal Sebastião Cosme de Assunção está organizado da seguinte maneira:
ü   Contextualização e caracterização da escola;
ü  Contexto cultural,
ü  Condições geográficas da escola;
ü  Caracterização dos elementos humanos;
ü   Parcerias;
ü  História da instituição escolar;
ü  Concepção de sociedade, de educação e de práticas escolares;
ü  Concepção da escola e do perfil dos alunos em processo de formação socioeducativa;
ü  Conselhos escolares;
ü  Formação pedagógica continuada;
ü  Visão de alunos e pais, sobre a escola;
ü  Materiais didáticos;
ü  Visão do futuro;
ü  Missão da escola;
ü  Estrutura da organização e gestão;
ü  plano de ensino-aprendizagem;
ü  Justificativa;
ü  Objetivos;
ü  Seleção dos conteúdos;
ü  Metodologia;
ü  Avaliação;
ü  Proposta de formação continuada;
ü  Proposta de trabalho de melhoria de qualidade de ensino;
ü  Proposta de trabalho de ação social da escola;
ü  Metas;
ü  Avaliação;
ü  Referências bibliográficas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ESCOLA DE GESTORES. Cartilha ação educativa indicadores de qualidade. Curso de especialização. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.

ESCOLA DE GESTORES. PPP Dimensões conceituais. Curso de especialização. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.

_____­­_. PPP Dimensões Metodológicas. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: Tópicos Especiais
ALUNOS: Dilma Carla da Costa
                  João Vasco Campelo

ATIVIDADE 3 - OBRIGATÓRIA
UNIDADE III - Lei PNE - Meta 7
ATIVIDADE: Sintetizar, em um quadro, as estratégias da meta 7 do PNE que estão em desenvolvimento no seu campo de atuação profissional. Ao lado da meta coloque as ações correspondentes. Com base nas leituras e em suas vivências, faça uma reflexão sobre qual o conceito de qualidade que podemos atribuir às ações decorrentes de programas e projetos relacionados ao alcance dessa e de suas respectivas estratégias.

Meta 7 do PNE
ESTRATÉGIAS
AÇÕES
Estabelecer e implantar, mediante pactuação interfederativa, diretrizes pedagógicas para a educação básica e a base nacional comum dos currículos, com direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos (as) alunos (as) para cada ano do ensino fundamental e médio, respeitada a diversidade regional, estadual e local.
Realização de chamada pública para analisar, discutir e contribuir com a base nacional comum, considerando diversidade regional, estadual e local.
Orientar as políticas das redes e sistemas de ensino, de forma a buscar atingir as metas do Ideb, diminuindo a diferença entre as escolas com os menores índices e a média nacional, garantindo equidade da aprendizagem e reduzindo pela metade, até o último ano de vigência deste PNE, as diferenças entre as médias dos índices dos Estados, inclusive do Distrito Federal, e dos Municípios.
Realizando momentos de estudo na escola debatendo a realidade da educação e traçando metas para elevar o nível de aprendizagem dos alunos.
Fixar, acompanhar e divulgar bienalmente os resultados pedagógicos dos indicadores do sistema nacional de avaliação da educação básica e do Ideb, relativos às escolas, às redes públicas de educação básica e aos sistemas de ensino da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, assegurando a contextualização desses resultados, com relação a indicadores sociais relevantes, como os de nível socioeconômico das famílias dos (as) alunos (as), e a transparência e o acesso público às informações técnicas de concepção e operação do sistema de avaliação.
Os dados do Ideb são apresentados aos alunos e a comunidade escolar para que possamos refletir e replanejar nossas ações para melhoria da qualidade da educação.
Melhorar o desempenho dos alunos da educação básica nas avaliações da aprendizagem no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - PISA, tomado como instrumento externo de referência, internacionalmente reconhecido.
Buscar atingir ao final de 2021 a Média dos resultados em matemática, leitura e ciências estabelecidas no PNE.
Desenvolver pesquisas de modelos alternativos de atendimento escolar para a população do campo que considerem as especificidades locais e as boas práticas nacionais e internacionais.
Participação em oficinas que trata da educação do campo e o convívio com o semiárido, fomentando o estudo através de pesquisas que vão de encontro ao tema.
Apoiar técnica e financeiramente a gestão escolar mediante transferência direta de recursos financeiros à escola, garantindo a participação da comunidade escolar no planejamento e na aplicação dos recursos, visando à ampliação da transparência e ao efetivo desenvolvimento da gestão democrática.
Acompanhamento e aplicação dos recursos do pdde com planejamento e transparência nas ações.
Assegurar a todas as escolas públicas de educação básica o acesso a energia elétrica, abastecimento de água tratada, esgotamento sanitário e manejo dos resíduos sólidos, garantir o acesso dos alunos a espaços para a prática esportiva, a bens culturais e artísticos e a equipamentos e laboratórios de ciências e, em cada edifício escolar, garantir a acessibilidade às pessoas com deficiência.
Contemplação de uma cisterna do Programa Cisternas nas Escolas com abastecimento com água tratada e reaproveitamento da água para cultivo de pomares e limpeza do prédio. Adequações no acesso à escola para receber os alunos com dificuldades de locomoção com recursos do pdde Acessibilidade.
Garantir políticas de combate à violência na escola, inclusive pelo desenvolvimento de ações destinadas à capacitação de educadores para detecção dos sinais de suas causas, como a violência doméstica e sexual, favorecendo a adoção das providências adequadas para promover a construção da cultura de paz e um ambiente escolar dotado de segurança para a comunidade.
Realização de projetos tratando do tema “violência” através de seminários e palestras de combate a violência.
Garantir nos currículos escolares conteúdos sobre a história e as culturas afro-brasileira e indígenas e implementar ações educacionais, nos termos das Leis nos 10.639, de 9 de janeiro de 2003, e 11.645, de 10 de março de 2008, assegurando-se a implementação das respectivas diretrizes curriculares nacionais, por meio de ações colaborativas com fóruns de educação para a diversidade étnico-racial, conselhos escolares, equipes pedagógicas e a sociedade civil.
Assegurar no Projeto Político Pedagógico da Escola o trabalho com história e a cultura afro-brasileira.
A participação da comunidade na definição do modelo de organização pedagógica e de gestão das instituições, consideradas as práticas socioculturais e as formas particulares de organização do tempo; a oferta bilíngue na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, em língua materna das comunidades indígenas e em língua portuguesa; a reestruturação e a aquisição de equipamentos; a oferta de programa para a formação inicial e continuada de profissionais da educação; e o atendimento em educação especial.
A escola senta junto com a comunidade e conselhos escolares para rever a organização pedagógica, atendendo alunos com algum tipo de necessidade especial com materiais e equipamentos específicos para cada patologia.
Desenvolver currículos e propostas pedagógicas específicas para educação escolar para as escolas do campo e para as comunidades indígenas e quilombolas, incluindo os conteúdos culturais correspondentes às respectivas comunidades e considerando o fortalecimento das práticas socioculturais e da língua materna de cada comunidade indígena, produzindo e disponibilizando materiais didáticos específicos, inclusive para os (as) alunos (as) com deficiência.
Revitalização do PPP contemplando as especificidades da cultura local com foco da importância do campo e do semiárido.
Mobilizar as famílias e setores da sociedade civil, articulando a educação formal com experiências de educação popular e cidadã, com os propósitos de que a educação seja assumida como responsabilidade de todos e de ampliar o controle social sobre o cumprimento das políticas públicas educacionais.
Realização de reuniões constantes com as famílias e toda comunidade em geral para elevar o reconhecimento da importância da educação para a formação cidadã.
Promover a articulação dos programas da área da educação, de âmbito local e nacional, com os de outras áreas, como saúde, trabalho e emprego, assistência social, esporte e cultura, possibilitando a criação de rede de apoio integral às famílias, como condição para a melhoria da qualidade educacional.
Promoção de palestras com profissionais da saúde, com aplicação de flúor e doação de kit escovação. Outras parcerias com as outras secretarias visando à melhoria na qualidade de vida dos alunos e consequentemente na qualidade educacional.
Universalizar, mediante articulação entre os órgãos responsáveis pelas áreas da saúde e da educação, o atendimento aos (às) estudantes da rede escolar pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde.

Encaminhamento de alunos com algum tipo de necessidade especial ao Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), para acompanhamento ou encaminhamento para outros órgãos caso seja necessário.

Instituir, em articulação com os Estados, os Municípios e o Distrito Federal, programa nacional de formação de professores e professoras e de alunos e alunas para promover e consolidar política de preservação da memória nacional.
Divulgação de abertura de vagas para graduação e pós-graduação em programas nacionais para toda comunidade escolar.

A qualidade da educação básica do Brasil ocupa uma posição desprivilegiada no cenário mundial, apesar de ter apresentado uma melhora nas últimas décadas, no entanto com a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) que serve como parâmetro para que os estados, Distrito Federal e os municípios possam construir os seus planos traz uma esperança para a melhoria na educação brasileira.
Pensar em um currículo que valorize as diversas culturas onde cada pessoa de forma individual ou coletiva possa contribuir com o mesmo traz novas perspectivas para nossa educação. As diretrizes básicas da educação sendo trabalhada em cada canto desse País sejam a nível nacional, estadual, distrital ou municipal possibilita uma melhor sintonia entre os entes federativos.
Os resultados do Ideb divulgados a cada dois anos favorecem a cada instituição de ensino refletir sobre a qualidade da educação que está sendo oferecida e, ao mesmo tempo buscar novas soluções para que se possa atingir as metas contidas no PNE.
Os programas federais se bem gerenciados garantem melhorias significativas para cada instituição, seja na infraestrutura, na formação continuada dos profissionais de educação e na aquisição de bens materiais duráveis e de consumo.
Assegurar que além de condições dignas de ensino e aprendizagem o aluno também possa contar com práticas esportivas e de lazer, sinaliza que este é o caminho que devemos percorrer para que a educação possa atingir patamares de qualidade como vários países alcançaram.
Uma escola que combate a violência, que prioriza em seu PPP o estudo sobre a história e a cultura afro-brasileira e que reúne conselhos junto com a comunidade local para debater assuntos do interesse comum, está propícia a atingir as metas do PNE.
Portanto, para que as metas sejam realmente atingidas não basta apenas injetar mais recursos na educação brasileira, precisa que cada profissional de educação assuma esse compromisso, que cada cidadão brasileiro cobre do poder público o efetivo cumprimento de seus deveres e que os educandos se sintam cada vez mais motivados a permanecerem na escola, vislumbrando um mundo melhor e mais justo. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

_____. LEI Nº 13.005, DE 25 DE JUNHO DE 2014. Curso de especialização. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.
_____. PNE 2014 – 2024: Desafios para a Educação Brasileira. Curso de especialização. UFRN. Disponível em http://moodle3.mec.gov.br/ufrn. Natal, 2015.